espaço vazio, tempo perpétuo
compactuo com a sede dos teus lábios
e com a umidade dos teus cactos
que em sede plena me remetem a novos planos:
lançar-me pelos ares nas altas horas
em meio a uma chuva de meteoros
e semear quasares carmins no teus jardins estelares
Jaime Brasil
sábado, outubro 02, 2010
terça-feira, setembro 08, 2009
terça-feira, julho 21, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
Enquanto eu olhava as estrelas,
fingia,
porque sou ansiosa para ficar muito tempo olhando uma coisa só.
Fingia também enquanto dormia,
achava meio perda de tempo,
sou ansiosa, contei atrás.
De vez em quando ouvia prosopopéias, mas mal sabia o que era, quem eram e quando viveram e o que faziam as prosopopéias.
Eu tenho cérebro de paisagem.
Então, nesse instante, eu gostava de sonhar, de olhos abertos, enquanto o mundo vivia e enquanto o mundo dormia.
No meu mundo não tem magia.
Nem rádio.
Nem mosquito.
Tudo isso dispersa.
E eu não tenho paciência.
Mas tenho imensa vontade de ouvir o silêncio,
o batuque do meu coração
e a fumaça do meu cigarro na luz.
fingia,
porque sou ansiosa para ficar muito tempo olhando uma coisa só.
Fingia também enquanto dormia,
achava meio perda de tempo,
sou ansiosa, contei atrás.
De vez em quando ouvia prosopopéias, mas mal sabia o que era, quem eram e quando viveram e o que faziam as prosopopéias.
Eu tenho cérebro de paisagem.
Então, nesse instante, eu gostava de sonhar, de olhos abertos, enquanto o mundo vivia e enquanto o mundo dormia.
No meu mundo não tem magia.
Nem rádio.
Nem mosquito.
Tudo isso dispersa.
E eu não tenho paciência.
Mas tenho imensa vontade de ouvir o silêncio,
o batuque do meu coração
e a fumaça do meu cigarro na luz.
terça-feira, março 03, 2009
segunda-feira, abril 28, 2008
sexta-feira, janeiro 18, 2008
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